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A sustentabilidade nos automóveis de luxo

Miguel Costa

Diretor Geral de Automóveis de Luxo C. Santos V

Miguel Costa
Diminuir a pegada ecológica tem sido o objetivo comum da maioria dos construtores do setor automóvel, intensificando cada vez mais os seus esforços na eletrificação dos seus modelos.  O segmento de luxo automóvel não está alheio a toda esta tendência, lançando versões híbridas ou mesmo 100% elétricas, para todos os consumidores que têm preocupações acrescidas com o ambiente, mas continuam a não abdicar dos outros requisitos deste tipo de viaturas, como a performance, exclusividade e qualidade de todos os materiais, nomeadamente os que equipam os interiores. 
Apesar de os veículos elétricos terem emissões zero, o que muitas vezes algumas pessoas colocam em causa é a sua verdadeira ecologia, se se analisar todo o processo de fabrico e de produção da energia que o alimenta. Para além disso, outro tema que gera alguma controvérsia é exatamente o quão ‘verde’ pode ser uma viatura, se o seu interior pode estar repleto de plásticos, peles e outros compósitos.
Nesta matéria, o segmento de luxo lidera as tendências, procurando, através de novas técnicas, substituir o couro, a madeira e a lã, não apenas com o intuito de ‘desafiar’ estes materiais, mas seguindo em conformidade com o interesse da indústria e dos clientes, através de opções mais amigas do ambiente. 
A utilização de um tecido processado, feito de garrafas plásticas recicladas e fibras de vestuário para os assentos; ou o rattan, que não é mais do que um produto de madeira comprimida, feito através de uma espécie de palmeira, que é colhida de forma sustentável e é utilizada para os painéis de instrumentos; ou experiências com couro vegan, feito a partir de peles de uva, sementes e caules; ou, então, utilizar redes de pesca para produzir os tapetes e carpetes interiores, são bons exemplos da contribuição do segmento de luxo para tornar esta indústria ainda mais verde e sustentável.
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